São Tomé e Príncipe
prepara-se para os jogos
paralímpicos de Los
Angeles

São Tomé, 03 de Agosto de
2026 – CPP de Portugal
anuncia apoio a atletas,
treinadores e gestores
são-tomenses até Los
Angeles 2028. O Comité
Paralímpico de Portugal
- CPP vai levar a Rede
Lusófona de Mentoria
Paralímpica a São Tomé e
Príncipe em 2027.
O anúncio foi feito esta
semana, durante o
arranque do projeto em
Moçambique, que marca a
primeira etapa desta
rede de cooperação entre
países de língua
portuguesa. O objetivo é
fortalecer competências,
estruturas e estratégias
de desenvolvimento do
desporto paralímpico nos
países lusófonos, com
horizonte nos Jogos
Paralímpicos de Los
Angeles 2028.
Para o coordenador do
projeto, Jorge Carvalho,
a rede simboliza o
compromisso dos países
lusófonos com um
movimento paralímpico
mais forte. Jorge
Carvalho: "Esta primeira
etapa pretende capacitar
pessoas, reforçar
instituições e criar
oportunidades para
atletas e técnicos.
O objetivo não é apenas
ir ensinar, é também
aprender com a
experiência destes
países." O projeto
baseia-se na partilha de
experiência e
conhecimento e vai além
da formação presencial.
Após a visita, haverá
ações à distância e uma
mentoria contínua até
LA2028.
O presidente do CPP,
José Manuel Lourenço,
destacou que o programa
vai investir na formação
de atletas, treinadores,
classificadores e
gestores são-tomenses.
José Manuel Lourenço:
"Estamos a reforçar
competências locais, a
consolidar estruturas e
a criar condições para
um crescimento
sustentado em cada país
parceiro."
O projeto tem dois
grandes eixos:
desenvolvimento do
desporto de base ao topo
e apoio à gestão e
participação em Jogos
Paralímpicos. Depois de
Moçambique em 2025, o
programa deverá chegar
ainda este ano à
Guiné-Bissau e em 2027 a
São Tomé e Príncipe,
Cabo Verde e Angola.
A Rede Lusófona de
Mentoria Paralímpica
conta com o apoio do
Comité Paralímpico
Internacional - IPC ao
abrigo do programa Sport
for Mobility. Em
Moçambique, a iniciativa
conta com a parceria do
governo, do município de
Maputo e dos comités
olímpico e paralímpico
locais.
O mesmo modelo de
parceria deverá ser
replicado em São Tomé e
Príncipe. Com a chegada
prevista para 2027, a
expectativa é que São
Tomé e Príncipe possa
estruturar melhor o seu
movimento paralímpico,
identificar novos
talentos e preparar
atletas e dirigentes
para competições
internacionais.
Por: José
Rocha
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