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Seca ameaça sustentabilidade global e atinge

com mais força São Tomé e Príncipe  

 

São Tomé, 17 de Agosto de 2026 –  Agricultura, água e segurança alimentar são os setores mais afetados no arquipélago, a seca prolongada tem sido apontada como um dos maiores desafios à sustentabilidade global em 2026.

A escassez de água, perda de colheitas e degradação dos solos afetam diretamente a segurança alimentar, a saúde pública e a economia de dezenas de países. Segundo especialistas, os efeitos da seca agravam as alterações climáticas, reduzem a biodiversidade e aumentam a pressão sobre recursos naturais já limitados.

Em São Tomé e Príncipe, o fenómeno tem atingido com mais intensidade as zonas rurais e agrícolas. Distritos como Lemba, Cantagalo e Caué registam os níveis mais baixos de pluviosidade dos últimos anos. Principais consequências em STP: Agricultura: Quebra na produção de cacau, café, banana e hortícolas.

Muitos agricultores perderam safras inteiras. Água: Nascentes e ribeiras secaram, obrigando comunidades a percorrer longas distâncias para abastecimento. Segurança alimentar: Aumento do preço dos alimentos e dependência maior de importações.

Especialistas locais alertam que a seca em STP ameaça a meta de autossuficiência alimentar e coloca em risco a subsistência de famílias que vivem da agricultura familiar.

Organizações ambientais e o Governo têm defendido medidas urgentes: sistemas de captação de água, reflorestação, agricultura resiliente ao clima e sensibilização das comunidades. "A seca não é só um problema de STP. É um alerta global. Se não cuidarmos da água e do solo hoje, comprometemos o futuro das próximas gerações", destacam técnicos do setor.

Por: João Soares

 

 

 

 

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