Reitora da USTP rejeita
todas as acusações de
professores que pedem a
sua exoneração

26.03.2026 -Relativamente
a demissão do presidente
do Instituto Superior
Vítor Sá Machado, a
reitora sublinhou que a
sua equipa foi
“apercebendo de um
conjunto de
comportamentos
inadequados” que estava
a colocar em causa o mau
funcionamento da
instituição.
A reitora da
Universidade de São Tomé
e Príncipe (USTP),
Eurídice Aguiar, num
vídeo enviado à RSTP,
rejeitou todas as
acusações de um grupo de
professores
universitários que pedem
a sua exoneração
imediata, assegurando
que nunca foi e jamais
será uma mulher
corrupta.
“Os que me conhecem
sabem disso […] mas
acima de tudo quero
demonstrar que nós temos
a prova de tudo que
temos estado a fazer”,
disse a reitora.
Recentemente, um grupo
de professores acusou a
reitora da USTP de
“gestão não
transparente” e de
auferir rendimentos como
professora sem dar
aulas, juntamente com
outros membros da
reitoria.“Eu venho
afirmar que a forma como
se paga, estão definidas
nos nossos estatutos e
regulamentos. Todos os
reitores e ex-reitores,
recebem sempre na base
do mesmo princípio, isto
quer dizer que a forma
como se paga os
reitores, é igual para
todos, e isso está
regulamentado”, afirmou
Aguiar.
Relativamente a demissão
do presidente do
Instituto Superior Vítor
Sá Machado, a reitora
sublinhou que a sua
equipa foi “apercebendo
de um conjunto de
comportamentos
inadequados” que estava
a colocar em causa o mau
funcionamento da
instituição.
“Nós fomos conversando
com o então presidente,
mas a situação foi
piorando até eu ter sido
ameaçada de morte, e
essa ameaça que foi um
grande questionamento
resultou de uma obra que
não estava orçamentada,
não estava cabimentada,
não estava autorizada”,
disse Eurídice Aguiar.
A reitora disse que a
demissão de Homildo
Fortes, foi decidida por
unanimidade pelo
Conselho da Reitoria e
“cumpriu todos os
procedimentos legais”.
Recorda que um grupo de
professores
universitários submeteu
um abaixo-assinado à
ministra da Educação
pedindo a exoneração
imediata da reitora da
Universidade de São Tomé
e Príncipe, que acusam
de má gestão e usurpação
de poderes, o que a
visada refuta.
A ministra da Educação
disse à RSTP que o caso
estava a ser analisado
pelo seu gabinete
jurídico, tendo em conta
que a USTP funciona e é
regulamentada por
estatutos próprios.
Lusa
