Unir a Força dos
Compatriotas de Ambos os
Lados do Estreito
de Taiwan para Realizar a
Reunificação da China

16.05.2026 - No dia 10
de abril, S.E. Xi
Jinping,
Secretário-Geral do
Comité Central do
Partido Comunista da
China (PCCh), reuniu-se
com Sra. Cheng Li-wun, a
presidente do partido
Kuomintang Chinês (KMT),
em Beijing, um
reencontro entre os
líderes dos dois
partidos nos últimos 10
anos. Durante a reunião,
o Secretário-Geral Xi
formulou à Sra. Cheng
“Quatro Deveres”,
nomeadamente:
1.Devemos promover laços
de coração para coração
baseados no
reconhecimento adequado
da nossa identidade
comum.
2.Devemos salvaguardar o
nosso lar comum por meio
do desenvolvimento
pacífico.
3.Devemos melhorar o
bem-estar do povo
através de intercâmbios
e da integração.
4.Devemos lutar para a
grande revitalização da
nação chinesa através de
união e esforço comum
entre os dois lados do
Estreito.
A Sra. Cheng respondeu
que compatriotas dos
dois lados do Estreito
de Taiwan pertencem à
nacão chinesa, que o KMT
e o PCCh devem defender
o fundamento político
comum de persistir no
Consenso de 1992 e em se
opor à “independência de
Taiwan”, e que devem
ampliar os intercâmbios
e a cooperação em todos
os campos e promover o
bem-estar comum das
pessoas e o
desenvolvimento pacífico
das relações através do
Estreito, com o
propósito da grande
revitalização da nação
chinesa.
O encontro demonstra
plenamente o apelo comum
dos compatriotas de
ambos os lados do
Estreito de Taiwan para,
em conjunto,
salvaguardar a paz
através do Estreito,
melhorar o bem-estar das
pessoas e atualizar a
revitalização da nação
chinesa. Tal como as
ilhas de São Tomé e
Príncipe formam partes
da República Democrática
de São Tomé e Príncipe,
Taiwan tem sido, desde
os tempos antigos, uma
parte inalienável da
China.
Em meados do século XX,
devido à guerra civil
chinesa e à
interferência
injustificada de forças
externas, os dois lados
do Estreito de Taiwan
entraram num estado
especial de confronto
político duradouro. Hoje
em dia, a China é o
único país desunificado
entre os cinco membros
permanentes do Conselho
de Segurança das Nações
Unidas. Apesar disso, os
laços sanguíneos dos
compatriotas de ambos os
lados do Estreito nunca
foram interrompidos; o
facto de que há apenas
Uma Só China e de que
Taiwan é uma parte da
China nunca se alterou e
nunca se alterará.
Ao longo dos mais de
cinco mil anos da
civilização chinesa, o
povo chinês de todos os
grupos étnicos,
incluindo nossos
compatriotas em Taiwan,
temos construído
conjuntamente um país
multiétnico unificado,
escrito conjuntamente
capítulos esplêndidos na
história chinesa, criado
conjuntamente uma
civilização chinesa
brilhante, alimentado
conjuntamente um
espírito nacional
grande, e forjado
conjuntamente uma
convicção compartilhada,
a saber, nosso
território não pode ser
dividido, nosso país não
pode ser
desestabilizado, nossa
nação não pode ser
dilacerada, nossa
civilização não pode ser
rompida.
A conquista da
reunificação é o desejo
comum mais profundo de
todos os filhos e filhas
da nação chinesa.
Ninguém mais do que nós
anseia por melhores
relações entre os dois
lados do Estreito, e
pela vida pacífica,
tranquila e próspera de
todos os chineses.
Acolhemos tudo que seja
favorável ao
desenvolvimento pacífico
das relações entre os
dois lados do Estreito
de Taiwan e não poupamos
nenhum esforço por
realizar esta meta.
No entanto, as
autoridades do Partido
Democrático Progressista
de Taiwan (PDP)
recusam-se a reconhecer
o Consenso de 1992, cuja
essência consiste no
reconhecimento de que
ambos os lados do
Estreito de Taiwan
pertencem a uma só
China, perseguindo
recalcitrantemente a
“independência da Ilha”
pela força armada ou com
interferências externas.
Por interesses egoístas
dos “independentistas”,
o PDP desperdiça
desenfreadamente
recursos dos
compatriotas de Taiwan
que deveriam ser usados
para melhorar o
bem-estar dos habitantes
e a economia, tornando
Taiwan como uma“peça de
xadrez”que vulnera a paz
e a estabilidade no
Estreito, à disposição
dos intereses alheios.
Acima de tudo, ignorando
o forte desejo dos
compatriotas de ambos os
lados do Estreito pela
paz, tranquilidade,
melhoria das relações
através do Estreito e
uma boa vida, o PDP tem
destruído
deliberadamente os
intercâmbios e as
cooperações entre os
dois lados e fomentado
de propósito o confronto
e o antagonismo, sendo
assim a principal
culpável que prejudica a
paz do Estreito de
Taiwan e o instigador da
tensão e turbulência na
situação do Estreito.
Este ano marca o 70.º
aniversário do
estabelecimento das
relações diplomáticas
entre a China e os
países africanos, os
quais, incluindo São
Tomé e Príncipe, têm
testemunhado e
experimentado, ao longo
destes 7 décadas, a
grandiosa jornada do
desenvolvimento pacífico
da China.
Quer nos contextos
bilaterais, quer
multilaterais como ONU,
os países africanos,
persistentes no
princípio de Uma Só
China, têm sempre
reconhecido que Taiwan é
uma parte inalienável do
território da China, que
o Governo da República
Popular da China é o
único governo legítimo
que representa toda a
China, e se opõem
resolutamente a qualquer
forma de "independência
de Taiwan" e apoiam com
firmeza todos os
esforços do governo da
China para atualizar a
reunificação nacional.
Na cúpula de 2024 do
Fórum de Cooperação
China-África (FOCAC) em
Pequim, a União
Africana, representando
todos os países da
África, e o Governo da
China aprovaram
conjuntamente a
Declaração de Pequim,
reafirmando mais uma vez
a sua firme adesão ao
Princípio de Uma Só
China.
Os 1,400 milhões de
chineses, incluindo os
compatriotas da
Província de Taiwan,
estamos convictos de
que, com o apoio dos
irmãos e irmãs
africanos, a questão de
Taiwan será resolvida
pelo próprio povo
chinês, e que os
compatriotas de ambos os
lados do Estreito
teremos o dia da
reunificação definitiva,
e que a nação chinesa
alcançará a reunificação
“completa e total” tal
como cantada no hino
nacional de São Tomé e
Príncipe.
