MLSTP
reafirma
que
resultados
eleitorais
devem
ser
respeitados
nos
termos
da
Constituição

São
Tomé,
20
de
Outubro
2026
- O
Movimento
de
Libertação
de
São
Tomé
e
Príncipe
(MLSTP),
vencedor
das
últimas
eleições
legislativas
de
27
de
Setembro,
reafirmou
em
comunicado
que
os
resultados
eleitorais
devem
ser
respeitados
nos
termos
da
Constituição
da
República.
Numa
conferência
de
imprensa,
em
jeito
de
comunicado
lido
pelo
Vice-Presidente
do
partido,
Arlindo
Barbosa,
o
MLSTP
afirma
que
continua
disponível
para
dialogar
com
vista
a
conseguir
consensos
alargados
para
as
reformas
que
o
país
precisa.
Segundo
o
teor
do
comunicado
a
que
a
Redacção
do
Jornal
Transparência
teve
acesso,
o
partido
sublinha:
“O
MLSTP
saúda
a
postura
dialogante
de
Sua
Excelência
o
Presidente
da
República,
e o
seu
contributo
para
a
paz
social
e a
estabilidade
política,
e
encorajamos
a
continuidade
deste
espírito
de
diálogo
e de
concertação
indispensável
à
procura
de
entendimento
em
torno
dos
grandes
desafios
nacionais”.
O
Vice-Presidente
do
partido,
Arlindo
Barbosa,
reafirmou
que
“os
resultados
eleitorais
devem
ser
respeitados,
o
povo
santomense
colocou
o
MLSTP
na
primeira
posição,
porque
quer
o
MLSTP
a
governar,
essa
é a
vontade
soberana
expressa
nas
urnas
e
validada
pelo
Tribunal
Constitucional”.
Arlindo
Barbosa
disse
ainda
que
o
seu
partido
está
com
sentido
de
Estado
e
disponível
para
dialogar
com
todas
as
forças
políticas
com
assento
parlamentar,
colocando
São
Tomé
e
Príncipe
sempre
em
primeiro
lugar.
“O
país
precisa
de
consensos
alargados
para
as
grandes
reformas
que
não
podem
mais
esperar,
nomeadamente,
a
revisão
da
Constituição
da
República,
a
reforma
profunda
do
Sistema
de
Justiça
e a
revisão
da
Lei
Eleitoral
para
maior
transparência”.
Com
esta
declaração,
o
MLSTP
sublinha
que
nenhum
partido
político
fará
essas
reformas
sozinho,
“teremos
de
as
fazer
juntos”.
Neste
momento,
o
país
atravessa
uma
fase
particularmente
difícil,
“o
custo
de
vida
sufoca
as
famílias,
falta
o
combustível
e a
água,
a
energia
é
incerta,
essa
realidade
exige
um
Governo
com
toda
a
legitimidade
para
tomar
decisões
urgentes
e
unir
os
esforços
em
favor
do
povo”,
conclui.
Por:
Adilson
Castro
Por:
João
Soares
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